Angela Carter. Appetites beyond the grasp of imagination. Part I

Já se encontram abertas as inscrições para a experiência sensorial que terá lugar na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril em 23 de Maio pelas 19.30h.

Será um momento único que reflecte a forma criativa como é possível a recepção literária fazer-se pela gastronomia.

O menu é desafiante, mas certamente inesquecível:

Angela Carter. Appetites beyond the grasp of imagination. Part I

1. Masticating, I muse
Afável no primeiro ronronar, traiçoeiro na segunda mordida

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2. Stripping the leaves off an artichoke
Como carne pisada, pela inocência roubada, sente o horror do passado e o desespero do futuro condenado

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3. All claws and teeth, she strikes, she gorges
Sangue, o fio da vida

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4. Irremediable appetites
‘Leva aqui o doce tormento da vida e lembre-se: não fale com estranhos no caminho!’

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5. The bounty of the woodland!
Doce ilusão, o calor que nele encontrou esconde a prisão amarga e fria do seu coração

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6. A suspension of reality
Mancha esbatida de uma rosa branca num emaranhado fantasmagórico de ramos

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Para inscrição por favor enviar e-mail para receiving.perceiving@gmail.com
O valor da inscrição é de 45 Euros.
10 lugares disponíveis.

One dinner honestly paid for, for a wonder (“Puss-in-Boots”, The Bloody Chamber, 90)

The work on the reception of a literary work by Angela Carter led us to a more original (re)reading of The Bloody Chamber (1979): gastronomically.

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This widely known collection of short fiction by Angela Carter (1940-1992) offers the possibility of reading her as a post-modern fabulist reimagining fairytales – “she felt that she was extracting the latent content of the original tales, not creating clever new modern takes on them”. 8

Accordingly, the choice of this collection tones with Carter’s own description of herself as a ‘demythologiser’ and our interpretation of her enquiring, controversial and beguiling nature (Gordon 2016) defined the challenge suggested to the students of the MSc in Innovation in Culinary Arts (ESHTE) to perform this first multisensorial experience in May, where guests may perceive the literary work from a distinctive creative (re)interpretation. The idea that we all perceive the same reality is an illusion. From the individual perception, we can translate stimulus that allows for the reconstruction of reality.